sábado, 21 de julho de 2012

DESESPERO

Abri agora os olhos

 

uma luz

extremos

o desconhecido

 

tenho medo

 

sinto-me confuso

ao andar

 

estou só

ou isso penso

 

objectivo

neblina

 

navego nas lágrimas

 

saio

refugio-me

dor interior

inveja do pobre

confusão na alma

subconsciente perverso

 

riso

 

recordo a dor

que como dor permanece

 

obstáculo

anseio

ritual

sacrifício " tédio "

desespero.

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